As 600 moedas virtuais são "minúsculas", sendo que a bitcoin sozinha representa 90 por cento do um sector avaliado em 7 biliões, isto quando comparadas com o volume diário de cerca de 5 triliões transaccionados no mercados cambiais globais.
Depois dos ataques em Paris em Novembro passado, os políticos querem assegurar-se que as moedas virtuais não são usadas para financiar o terrorismo.
Segundo um alto funcionário dos serviços financeiros da UE, Olivier Salles:
"É fácil falhar quando se pretende regular, podemos começar demasiado cedo ou demasiado tarde. Do ponto de vista da Comissão Europeia, estamos mais apostados no acompanhamento",
"Queremos entender melhor o que está a acontecer".
O executivo da UE está a estudar opções para impedir actividades ilegais como a lavagem de dinheiro, mas "não estamos com pressa" para regular os produtos financeiros associados a moedas virtuais.
Sean Ennis, um economista da OCDE , disse que a UE pode aprender lições com a Inglaterra, que manteve os requisitos regulamentares baixos para este sector , permitindo que ate agora tenha crescido muito mais rápido do que no resto do Europa.