"Eu há muito que acredito que a segurança dos dados é muito fraca, e acredito com convicção que os consumidores têm o direito de procurar soluções que protegem suas informações - que envolve o uso de criptografia forte", afirmou Burr. "Eu não acredito, porém, que essas soluções devam estar acima da lei. Tenho esperança de que este projecto irá iniciar um debate significativo e abrangente sobre o papel da criptografia e seu lugar dentro do Estado de Direito. Com base no feedback inicial, estou confiante de que a discussão acaba de começar. Continuamos ansiosos para sentar e discutir o caminho a seguir com todos os que estão dispostos a trabalhar construtivamente sobre esta questão extremamente importante e desafiadora ".
"Nenhuma entidade ou indivíduo está acima da lei", afirmou Feinstein. "O projeto de lei que elaboramos estabelece simpesmente que, se um tribunal emite uma ordem para prestar assistência técnica ou fornecer dados des-criptografados, a empresa ou indivíduo deverá ser obrigado a fazê-lo. Hoje em dia , terroristas e criminosos utilizam cada vez mais a criptografia para ludibriar os esforços da forças de segurança, mesmo perante uma ordem judicial. Precisamos de criptografia forte para proteger os dados pessoais, mas também precisamos de saber quando os terroristas conspiram para matar norte-americanos. "
É evidente que o que é postulado neste projecto de lei, não é de todo possível, das duas uma ou a criptografia é fraca, ou sendo forte so por meio de "backdoors" será possível quebrar. Por outro lado quem realmente pretnder criptografia end-to-end segura poder sempre recorrer a ferramentas customizadas , de código aberto e que portanto fogem ao controlo de qualquer governo ou empresa.
