Os clientes Apple  foram alvo de hackers durante o  fim de semana no primeiro ataque com sucesso de  ransomware ( software que encripta os ficheiros e pede um resgate para os desencriptar).

Segundo fontes  próximas à empresa e especialistas em segurança, os engenheiros da Apple começaram a desenvolver novas medidas de segurança que tornam impossível para o governo  quebrar a segurança  de um iPhone bloqueado utilizando  métodos semelhantes aos que estão no centro de uma batalha  judicial na Califórnia.

Huawei Technologies Co. apoia a Apple na contestação  à  ordem do governo dos EUA que exige  o desbloqueio do iPhone de um terrorista, juntando-se assim a outros nomes da indústria no  confronto sobre o equilíbrio entre a aplicação da lei e privacidade do consumidor.

CEO da Apple recusa-se a criar backdoor para o iPhone, e expressa o seu desagrado em carta aberta aos clientes.

Um novo projecto de lei para avaliação  na Assembleia do estado de  Nova York teria  deverá obrigar os fabricantes de smartphones a  desbloquear e descodificar os  seus telefones a pedido das forças policiais  para a instalação de  backdoors sempre que tal seja requerido.

 

O aumento da concorrência no sector financeiro tem levado bancos, instituições financeiras e redes de pagamento a considerar cada vez mais a ameaça das tecnologias financeiras emergentes, como a Bitcoin e sua tecnologia subjacente, o blockchain.

O Samsung Pay cresce  rapidamente,   quando comparado com os rivais ApplePay  e AndroidPay,  desde que o serviço foi lançado que a tecnologia de pagamento  da Samsung  está disponível na maioria das lojas ( Nos EUA). Agora , através da expansão para o mercado on-line, a Samsung terá uma  vantagem  adicional sobre estes dois concorrentes, bem como entra em concorrência com o serviço PayPal.

Hillary Clinton, no que apelidou de "Manhattan-like Project ", pretende quebrar a criptografia que protege as mensagens dos utilizadores de serviços como iMessage e similares.

O Projeto Manhattan consistiu num esforço de investigação concentrada ultra-secreta que resultou no desenvolvimento de armas nucleares durante a Segunda Guerra Mundial.

A Apple apresentou a sua oposição à "lei de vigilância" que está a ser proposta no Reino Unido, afirmando que ameaças à segurança nacional não justificam o enfraquecimento da  privacidade, e pode colocar em risco os dados de centenas de milhões de utilizadores.

 

O sistema de pagamento móvel da Apple (Apple Pay) foi apresentado com muita euforia no ano passado, contudo, e de acordo com os relatórios mais recentes, a solução não esta a entusiasmar os consumidores, pois a tecnologia permite o pagamento nas lojas aderentes utilizando apenas o iPhone.

Os últimos dados da empresa de pesquisas de mercado InfoScout apontam para uma diminuição da utilização do Apple Pay, aumentando as preocupações de que a Apple Pay poderá acabar por ser um flop.

Na ultima "Black Friday", apenas 2,7% das pessoas que poderiam ter usado Apple Pay o fizeram, o que representa uma queda na taxa de utilização quando comparada com o ano anterior onde a mesma foi de 4,6%, segundo o relatório.

Esta evolução representa uma queda de 41% quando comparada com a "Black Friday" do ano anterior. Dados que são, de facto, decepcionantes se atendermos ao fato de que a Apple tem expandido a disponibilidade do Apple Pay de forma agressiva nos últimos 12 meses.

No entanto, o relatório afirma que esta diminuição se deve a um maior número de pessoas que usam o iPhone 6, relativamente ao ano passado, quando a pesquisa foi feita logo após o telefone lançado.

Além disso, a pesquisa foi feita a apenas 300.000 pessoas que apresentaram cópias reais de seus recibos de pagamento, o que significa que pode não ser representativa de todo o país (EUA).

"Isto é desconcertante, considerando que o Apple Pay está disponível há mais de um ano", segundo o estudo da InfoScout.

 

Uma solução para um problema que não existe

O InfoScout constatou que os consumidores estão mais habituados aos cartões de crédito e débito, com 79% dos utilizadores do iPhone a optarem por pagar com os normais cartões bancários.

 

Basta encostar o telefone para pagar com a Apple Pay

Esta não é a primeira vez que ouvimos falar de pessoas que não utilizam soluções de pagamento móvel, mesmo quando têm disponíveis os seus telefones. Num relatório de Outubro, da empresa de pesquisa Trustev, o mesmo revelou que apenas 20% dos utilizadores do iPhone habilitado para Pagamento da Apple nos EUA tentou utilizar o Apple Pay. Entre esses, 15,3% afirmaram nunca o ter utilizado durante a semana.
Na verdade, este tem sido um grande ponto de interrogação para o Apple Pay desde a sua estreia, bem como para  outras soluções de pagamento móvel. Apesar de ser de sua conveniência, as soluções de pagamento móvel nunca apresentaram uma melhoria suficientemente grande para motivar os utilizadores a preferir o telefone ao vulgar cartão de crédito/débito.

Peter Thiel,  co-fundador da PayPal, afirmou numa entrevista que este poderia ser o maior obstáculo para serviços como a Apple Pay. "Para uma nova solução de pagamentos é necessário perguntar quanto é melhor do que as soluções actuais? Então, quando iniciamos a Paypal, para fornecer micropagamentos ao eBay, o PayPal era muito melhor do que o processo de aguardar 7 a 10 dias para receber um cheque no correio (...) A Apple Pay pode ser uma melhoria incremental, talvez um pouco melhor. Mas quando ja existe algo que é muito bom (cartões de crédito/debito) e se desenvolve algo que é perfeito, não significa que seja fácil conseguir a adopção por parte dos utilizadores, porque a diferença não é substancialmente maior".

É preciso anotar o facto do Apple Pay ter apenas dois anos de idade e o mercado de pagamento móvel estar ainda nos primórdios.

A eMarketer afirmou recentemente que  o volume de transações de pagamentos móveis vai triplicar até o próximo ano, enquanto um estudo da Consulting Group Auriemma mostrou uma taxa de satisfação de 98% dos utilizadores da Apple Pay.

No entanto, continua por responder se de facto o Apple Pay conseguirá ter uma adopção em massa.

Tal como o Apple Pay tambem a utilização de Bitcoin teima em não se tornar popular, contudo, o facto da Bitcoin ser global e não depender de bancos (os utilizadores não precisam de possuir uma conta bancária), ter baixos custos, bem como o facto de ver as transações confirmadas em minutos ao invés de dias, coloca a moeda virtual numa melhor posição para atacar o mercado dos pagamentos móveis.

 

Fontes:

http://finance.yahoo.com/news/apple-pay-showing-signs-could-214558347.html
http://bitcoinist.net/apple-pay-statistics-far-promising-bitcoin-global-alternative/

 

por jornalbitcoin.pt

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