A startup SETL Development Limited, que desenvolve tecnologia baseada no Blockchain, nomeou o ex-director executivo do Banco de Inglaterra, Sir David Walker, como Presidente.
Sir David Walker é um veterano dos mercados financeiros, mas foi também presidente do Barclays e do Morgan Stanley International and the Securities and Investment.
O Banco Central do Kenya CBK alertou a população do Quénia contra o uso de Bitcoin bem como de outras moedas virtuais. Segundo o CBK estas moedas não são legais no país devido aos riscos que lhes estão associados.
"As moedas virtuais como Bitcoin não são moedas correntes, logo é ilegal no Quénia, por conseguinte, não existe nenhuma protecção no caso de que as plataformas de troca falhem ou simplesmente desapareçam".
Swift, a plataforma de comunicação que interliga milhares de bancos, introduziu melhorias na área de pagamentos transfronteiriços tornando os mesmos mais rápidos e mais transparentes, numa possível estratégia para a integração com novas tecnologias, como a utilização de blockchains.
Wim Raymaekers (Swift) afirma que a iniciativa irá permitir a disponibilização de fundos no mesmo dia, rastreabilidade de pagamentos do prinicípio ate ao fim, e deverá ser implementada no início de 2016, o que em termos de banca é igual à 'velocidade da luz'.
Segundo Mark Buitenhek, director global da área de transacções no grupo financeiro holandês ING, o estudo das aplicações da tecnologia blockchain representa "um grande esforço".
Numa entrevista à publicação CoinDesk, Buitenhek afirmou que o banco com sede em Amsterdão está a fazer um grade esforço numa iniciativa de grande alcance para explorar a tecnologia blockchain. Este objectivo é partilhado com um grupo internacional de bancos e também com a realização de testes in-house, através de vários departamentos.
O Sberbank, maior banco da Rússia pode vir a adotar a tecnologia blockchain. O banco planeia aderir ao consórcio internacional R3 e desenvolver serviços sobre blockchain. Contudo , como no caso de outros grandes bancos internacionais, não pretende adotar a bitcoin, mas sim a utilização de blockchain privados.
Segundo afirmou Lev Khasis, vice-presidente do banco russo ao jornal Kommersan "Nós cooperamos com o consórcio com muita proximidade, e assistimos com interesse o rumo da tecnologia blockchain. Estamos a estudar a documentação e não posso descartar a hipotese de entrar no mesmo . embora não exista ainda nenhuma decisão final ".
A Suécia caminha a passos largos para ser o primeiro país a criar uma sociedade sem dinheiro (cash-less), o que tem tanto de fascinante como de perigoso. De facto, com o intuito de fomentar o crescimento económico, o Banco Central tem vindo a baixar as taxas de juro, que já se encontram em terreno negativo.
O Banco Central da Suécia, o Sveriges Riksbank, mantém desde Julho a sua taxa directora em -0,35%. Isto significa pagar para ter o dinheiro no banco.
Embora os bancos comerciais ainda não reflictam essa taxa nos consumidores suecos, o que é facto é que a pressão para o fazer é cada vez maior.
O Deutsche Bank acredita que a tecnologia blockchain vai ser generalizada ao longo dos próximos dez anos.
Os comentários vêm após o gigante bancário alemão ter realizado testes com base no blockchain que incidiu sobre títulos programáveis. De acordo com o banco, dos testes resultaram respostas convincentes, bem como novas questões que irão divulgar em futuras incursões nesta nova tecnologia.
Os testes recentes do Deutsche Bank focados em títulos programáveis vêm no seguimento da pretensão da instituição em querer explorar o conceito de "the smart contract front to back lifecycle concept", segundo o porta-voz do banco.
Este processo envolveu investigações simultâneas em diferentes abordagens na utilização da tecnologia blockchain.
O Deutsche Bank começou a investigar aplicações blockchain no ano passado, tendo mais tarde passado a fazer parte de um consórcio de bancos que em conjunto exploram a tecnologia. Um dos resultados mais importantes deste processo, afirmou o banco à publicação CoinDesk, é que a tecnologia "vai alterar o modelo de negócio de muitas empresas financeiras" e, provavelmente, vai ter muitas interacções diferentes.
"Haverá muitas aplicações 'blockchains permissioned' e será importante existir forma de serem compatíveis entre elas", segundo o banco que espera ver exemplos de produtos à escala comercial envolvendo a blockchain atingir o mercado nos próximos dois anos.
2015 tem sido um ano de grande envolvência das instituições financeiras tradicionais nas novas tecnologias baseadas no blockchain.
Surgem notícias quase diariamente sobre novos projectos e novas ideias para a utilização do blockchain ou da Bitcoin por parte destas instituições.
Fonte | Tradução por jornalbitcoin.pt