Doze novos bancos aderem ao consórcio R3. Os Novos membros do grupo incluem o Banco Santander, Danske Bank, Intesa Sanpaolo, Natixis, Nomura, Northern Trust, OP Financial Group, Scotiabank, Sumitomo Mitsui Banking Corporation, US Bank, Westpac Bank e do Bank of Montreal.

O Blockchain, a base da Bitcoin, é apontado como uma forma  de acelerar e simplificar  o processo de registo de transações, e , acaba de ganhar  o apoio dos gigantes das  finanças e tecnologia, incluindo IBM, Wells Fargo & Co. e London Stock Exchange Group Plc.

 

O Banco Central da República da Arménia aconselha os cidadãos a não utilizar moedas digitais, como a Bitcoin.

O Banco afirmou ao serviço de notícias regionais ARKA que, na sua opinião, o uso de moedas digitais deve ser evitado devido à falta de regulamentação do sector. 

A startup SETL Development Limited, que desenvolve tecnologia baseada no Blockchain, nomeou o ex-director executivo do Banco de Inglaterra, Sir David Walker, como Presidente.

Sir David Walker é um veterano dos mercados financeiros, mas foi também presidente do Barclays e do Morgan Stanley International and the Securities and Investment.

O Banco Central do Kenya CBK alertou a população do Quénia contra o uso de Bitcoin bem como de outras moedas virtuais. Segundo o CBK estas moedas não são legais no país devido aos riscos que lhes estão associados.

"As moedas virtuais como Bitcoin não são moedas correntes, logo  é ilegal no Quénia, por conseguinte, não existe nenhuma protecção no caso de que as plataformas de troca falhem ou simplesmente desapareçam".

Swift, a plataforma de comunicação que interliga milhares de bancos, introduziu melhorias na área de pagamentos transfronteiriços tornando os mesmos mais rápidos e mais transparentes, numa possível estratégia para a integração com novas tecnologias, como a utilização de blockchains.

Wim Raymaekers (Swift) afirma que a iniciativa irá permitir a disponibilização de fundos no mesmo dia, rastreabilidade  de pagamentos do prinicípio ate ao fim,  e deverá ser implementada no início de 2016, o que em termos de banca é igual à 'velocidade da luz'.

 

Segundo Mark Buitenhek, director global da área de transacções no grupo financeiro holandês ING, o estudo das aplicações da tecnologia blockchain representa "um grande esforço".

Numa entrevista à publicação CoinDesk, Buitenhek afirmou que o banco com sede em Amsterdão está a fazer um grade esforço numa iniciativa de grande alcance para explorar a tecnologia blockchain. Este objectivo é partilhado com um grupo internacional de bancos e também com a realização de testes in-house, através de vários departamentos.

O Sberbank,  maior banco da Rússia pode vir a  adotar a tecnologia blockchain. O banco planeia aderir  ao consórcio internacional R3 e desenvolver serviços sobre blockchain. Contudo , como no caso de outros grandes bancos internacionais,  não pretende adotar a bitcoin, mas sim a utilização de blockchain privados.

Segundo afirmou Lev Khasis, vice-presidente do banco russo ao jornal Kommersan     "Nós cooperamos  com o consórcio  com  muita proximidade,   e assistimos com interesse o rumo  da tecnologia blockchain. Estamos a estudar a documentação e não posso descartar a hipotese de  entrar no mesmo . embora não exista  ainda nenhuma decisão final ".

A Suécia caminha a passos largos para ser o primeiro país a criar uma sociedade sem dinheiro (cash-less), o que tem tanto de fascinante como de perigoso. De facto, com o intuito de fomentar o crescimento económico, o Banco Central tem vindo a baixar as taxas de juro, que já se encontram em terreno negativo.

O Banco Central da Suécia, o Sveriges Riksbank, mantém desde Julho a sua taxa directora em -0,35%. Isto significa pagar para ter o dinheiro no banco.

Embora os bancos comerciais ainda não reflictam essa taxa nos consumidores suecos, o que é facto é que a  pressão para o fazer é cada vez maior. 

 

O Deutsche Bank acredita que a tecnologia blockchain vai ser generalizada ao longo dos próximos dez anos.

Os comentários vêm após o gigante bancário alemão ter realizado testes com base no blockchain que incidiu sobre títulos programáveis. De acordo com o banco, dos testes resultaram respostas convincentes, bem como novas questões que irão divulgar em  futuras incursões nesta nova tecnologia.

Os testes recentes do Deutsche Bank focados em títulos programáveis ​vêm no seguimento da pretensão da instituição em querer explorar o conceito de "the smart contract front to back lifecycle concept", segundo o porta-voz do banco.

Este processo envolveu investigações simultâneas em diferentes abordagens na utilização da tecnologia blockchain.

O Deutsche Bank começou a investigar aplicações blockchain no ano passado, tendo mais tarde passado a fazer  parte de um consórcio de bancos que em conjunto exploram a tecnologia. Um dos resultados mais importantes deste processo, afirmou o banco à publicação CoinDesk, é que a tecnologia "vai alterar o modelo de negócio de muitas empresas financeiras" e, provavelmente, vai ter muitas interacções diferentes.

"Haverá muitas aplicações 'blockchains permissioned' e será importante existir forma de serem compatíveis entre elas", segundo o banco que espera ver exemplos de produtos à escala comercial envolvendo a blockchain atingir o  mercado nos próximos dois anos.

2015 tem sido um ano de grande envolvência das instituições financeiras tradicionais nas novas tecnologias baseadas no blockchain.

Surgem notícias quase diariamente sobre novos projectos e novas ideias para a utilização do blockchain ou da Bitcoin por parte destas instituições.

Fonte | Tradução por jornalbitcoin.pt

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